De acordo com a decisão do magistrado publicada na última segunda-feira (25), não surgiram fatos novos capazes de justificar a revogação das prisões.
“Não houve nenhum fato superveniente que alterasse a situação processual analisada pela Primeira Turma no momento do julgamento da ação penal, razão pela qual, deve ser mantida a custódia preventiva até o trânsito em julgado”, escreveu Moraes.
Com isso, todos os condenados seguirão presos no presídio Pedrolino Werling de Oliveira, no complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro. A única exceção é Chiquinho Brazão. O ex-deputado federal cumpre prisão domiciliar por causa do seu quadro de saúde delicado com “múltiplas comorbidades graves”.
Fonte: Bnews

